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Boletins Informativos
Nº 003/2003
OS MANDAMENTOS DE HENRY FORD
(Henry Ford - Industrial americano - 1863/1847)
1º) Ausência de timidez, quanto ao futuro, e de veneração, quanto ao passado. Quem teme o futuro, quem receia falhar, limita sua atividade. O insucesso é uma oportunidade para recomeçar de novo mais inteligentemente. Não há mal em um insucesso honesto; o mal reside no medo de falhar. O que se passou serve apenas como sugestão de novas sendas e novos meios de ir avante.
2º) Despreocupar-se da competição. Quem pode fazer melhor uma coisa, esse deve ser o único a fazê-la. É criminoso tentar arrancar um negócio das mãos de outrem – criminoso porque é, com fito de lucro, rebaixar a condição de um semelhante, e querer dominar pela força, não pela inteligência.
3º) Antepor o fito do serviço social ao lucro. Sem lucro, impossível a indústria. O lucro é justo. Empresas bem conduzidas não podem deixar de dar lucros, mas estes lucros devem vir como recompensa ao bom serviço social. Não podem ser o ponto de partida, devem ser o resultado do serviço.
4º) Manufaturar não é produzir barato e vender caro. É comprar matéria-prima em boas condições e, com o menor acréscimo de despesas possível, transformá-la em artigos de consumo, fazendo chegar ao consumidor. Jogo, especulações, espertezas não podem senão entravar a marcha destas operações.
PRINCÍPIOS DIRETORES
(Henry Ford - Industrial americano - 1863/1947)
Eis as convicções que temos que tomar como ponto de partida:
Que a terra produz, ou pode produzir o suficiente para dar a todos uma larga subsistência – não a elementar, mas a que raia a abundância. Porque tudo provém da terra.
Que é possível organizar o trabalho, a produção, a circulação e a remuneração de tal forma que todos os colaboradores recebam a parte de riquezas a que fazem jus.
Que apesar das falhas da natureza humana, nosso sistema econômico pode regular-se de modo que o egoísmo, embora substituído, seja impedido de ocasionar sérias injustiças econômicas.
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